15 de março de 2011

Camélias, a Dama das Camélias

Neste momento tão conturbado de instabilidade política e económica no nosso país, de guerra na Líbia, de fatalidade no Japão, de apreensão pela opção nuclear no mundo inteiro, de desemprego e corrupção generalizada... repousemos os olhos na beleza da natureza, porque nada se repete nem é eterno.
Conheci há poucos dias um paraíso de cameleiras, milhares de espécias, no concelho de Vila do Conde, na aldeia da Junqueira. É claro que para além da beleza da flôr, relembrei o romantismo do livro " A Dama das Camélias" de Victor Hugo ( filho).

4 comentários:

Carlos Machado Acabado disse...

Muito bonitas, de facto!
Tão bonitas como era injusta uma canção que a minha Mãe costumava trautear e que dizia que a beleza "era fugidia como a aurora", sendo que a canço dava como exemplo precisamente "a camélia delicada que é muito linda mas não cheira a nada"!...
O post ajudou a que me reconciliasse com esta delicada flor aqui exaustivamente [e sempre muito bem!]retratada

Calie disse...

Obrigada !!
Destas lindas imagens, destas flores que aprecio muito, que partilhou aqui

Anónimo disse...

Esquecer a "fatalidade no Japão" repousando "os olhos na beleza da natureza" e' no minimo, ironico. Afinal, foi a natureza quem causou aquela fatalidade.

marialascas disse...

Esquecer a fatlidade do Japão este blog não esqueceu! Basta que leia os post posteriores a este em que me manifesto pelas poucas notícias que nos chegam...
Quanto aquilo que chama ironia, apenas lhe respondo que a natureza tanto fez aquela fatalidade como fez as flores que mostro, sendo certo que se calhar a mão do homem vai ajudando num caso e no outro, pois que também ele é natureza. Da natureza faz parte a vida e a morte, a beleza e o horrendo... e é nos momentos de morte que vale a pena lembrarmo-nos que a vida existe.Se perdemos um ente querido, em vez de nos fixarmos infinitamente na perda devemos lembrar o que nos trouxe de bom para que isso não se perca também...