18 de março de 2011

Vinho

Serve-me vinho, vinho sempre!

corre-me nas veias água, insípida clara…
dá-me vinho! 
não a uva a enrolar-se na língua
abram-se tonéis se acabarem as garrafas, tinto rosé Porto
deixa meu corpo mergulhar no fundo, curtir no tempo
e seja a taça que transborda
sorvendo a última gota do néctar maturado na pipa
parido cor de sangue

e bebe o vinho do amor em mim, suavemente…

2 comentários:

Só assim será poema disse...

Muito bom Poeta.Gostei muito ;)

Fernando Santos (Chana) disse...

Belo poema...Espectacular....
Cumprimentos