29 de junho de 2012

Do Amor

Do Amor nada restava

- se a lembrar o passado teimava

nem a aurora do encontro
o fogo sentido, ardendo! queimando

aquele barco longínquo
nem era meu leme nem meu destino
- tuas mãos haviam partido


as lágrimas salgadas
em minhas ancestrais raízes de terra
sementes de mim iriam florindo…

( inédito, 2012, marialascas)

1 comentário:

Antonio Paulo Oliveira Campos disse...

Numa busca de imagens acabei descobrindo esse blog maravilhoso. Com uma poesia linda sobre o amor. Parabéns e passei a ser seguidor desse lugar encantado parabéns. Forte abraço desse gaúcho de Porto Alegre Rio Grande do Sul Brasil.